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O que separa a liberdade financeira de arrependimento?

Aprender a dizer “não” pode ser tão importante quanto aproveitar as oportunidades

Na vida, a gente sabe que temos distração por todos os lados. Não precisa ser jogador de futebol para saber que conforme vamos crescendo nas nossas profissões, surgem convites, oportunidades, hobbies, viagens, mais vontade de consumir, tudo ao mesmo tempo. Penso que isso seja natural, que acontece mesmo, faz parte do crescimento e desenvolvimento das coisas.

Então, vale a reflexão sobre a diferença entre aproveitar a vida, afinal a gente se sacrifica tanto para chegar onde queremos chegar, e perder o foco.

Quem joga futebol profissional aprende que o que acontece fora de campo também entra em campo. Uma noite mal dormida. Uma rotina desorganizada. Um excesso que parecia pequeno. Tudo, sem exceção, aparece na hora do jogo.

Com dinheiro acontece algo parecido. Estou falando de pequenas decisões que, somadas, podem tirar o foco do que realmente importa.

Não é só sobre a culpa por impulso, a pressão para acompanhar o padrão dos outros, a ideia de que é apenas uma vez…

O que eu estou trazendo aqui é uma reflexão sobre o que verdadeiramente é uma distração. Isso varia de pessoa para pessoa, é claro.

É que o problema é que a distração financeira também cobra seu preço.

Conforme a gente vai ganhando responsabilidade na vida, a gente aprende que consistência exige escolhas. Nem tudo que parece bom no momento ajuda no longo prazo. Ter equilíbrio não significa viver com medo de gastar – significa entender o que realmente faz sentido para a sua vida.

E acredito que isso nem é só sobre dinheiro ou investimentos.

Para mim, o que separa liberdade financeira de arrependimento é a gente poder garantir, bancar as nossas próprias escolhas (financeiras ou não, no fim). E isso, só a gente pode fazer para nós mesmos.